O pesquisador Alexandre Grangeiro, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, concedeu entrevista exclusiva à Agência PatrÃcia Galvão em que fala sobre a Campanha de Carnaval de 2010 e faz crÃticas à polÃtica de prevenção adotada pelo Ministério da Saúde para atingir os segmentos considerados mais vulneráveis à epidemia de HIV/Aids.
As campanhas são mais importantes para criar um ambiente favorável à prevenção da Aids do que para aumentar a informação
Ações de prevenção revelam-se insuficientes
Camisinha tem que ser distribuÃda e vendida em todos os lugares
Se meninas de 13 a 19 anos estão com Aids, significa que elas se infectaram aos 8, 12 ou 14 anos
O preconceito e o estigma contribuem para aumentar o risco e o número de casos entre gays jovens
Preservativo e diálogo: a combinação mais eficaz
O sistema de saúde não está atento para a prevenção da Aids entre as mulheres
Paradoxo: a população jovem é a que mais usa o preservativo, mas é também a que mais deixa de usar quando há envolvimento afetivo
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Para contatar o entrevistado:Alexandre Grangeiro – médico e pesquisador
Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP
São Paulo/SP
Tel.:Â
Fala sobre: polÃticas de prevenção ao HIV e tratamento de Aids; pesquisas epidemiológicas; segmentos vulneráveis
Saiba mais sobre o aumento da epidemia entre as meninas
Leia mais sobre a campanha de Carnaval 2010 do Ministério da Saúde
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