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Agência Patrícia Galvão

A Agência Patrícia Galvão é uma iniciativa do Instituto Patrícia Galvão, criada em 2009 para atuar na produção de notícias e conteúdos sobre os direitos das mulheres brasileiras.

Trata-se de um investimento que pretende dar maior amplitude à cobertura jornalística, influindo no comportamento editorial sobre problemas, propostas e prioridades que atingem 51% da população do país: as mulheres.

Hoje, a internet é a principal ferramenta de busca de conteúdo de suporte editorial nas redações. Ao acessar o portal da Agência, o profissional da imprensa encontrará um conteúdo multimídia diversificado, preciso, confiável e atualizado na forma de sugestões de pauta, notícias selecionadas, indicação de fontes qualificadas, dados, pesquisas, indicadores e artigos de opinião.

Seleção de notícias
Diante de fatos noticiosos que mobilizam a opinião pública, a Agência sugere abordagens não exploradas e fontes qualificadas para ampliar, diversificar e aprofundar o debate de idéias e reforçar as demandas das mulheres por políticas públicas.

Sugestões de pautas estratégicas
A Agência produz e aprofunda conteúdos. Na produção de sugestões de pauta combina captação, análise e gestão de informações relevantes com potencial para se tornarem notícias.

Antecipando-se a fatos e polêmicas que possam vir à tona no noticiário, a Agência se propõe a sair na frente, com sugestões de pautas estratégicas e indicação de fontes que ampliem e enriqueçam o debate.



Instituto Patrícia Galvão

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O Instituto Patrícia Galvão é uma organização social sem fins lucrativos fundada em 2001 e a primeira a atuar no campo do direito à comunicação e dos direitos das mulheres no país.

Para o Instituto, a mídia é um espaço estratégico de incidência social e política para qualificar os debates sobre políticas públicas voltadas à promoção da igualdade e equidade de gênero.

E, por considerar que o jornalismo tem um papel fundamental na ampliação e no aprofundamento do debate sobre questões-chaves das mulheres brasileiras, o Patrícia Galvão tem construído canais de diálogo com diferentes interlocutores da área da comunicação, a fim de assegurar que a imprensa cumpra sua função na esfera pública: fiscalizar os poderes constituídos, explicar os fatos, informar sobre os direitos dos cidadãos e promover o debate de idéias para provocar mudanças de atitudes e mentalidades. E tudo isso com uma abordagem que contemple os direitos das mulheres, em especial no âmbito das políticas públicas.

Entre as atividades que o Instituto Patrícia Galvão desenvolve está a realização de pesquisas de opinião pública em nível nacional, a produção de campanhas publicitárias contra a violência doméstica, a promoção de oficinas de mídia para lideranças sociais e especialistas, e dos seminários nacionais A Mulher e a Mídia. Durante anos, manteve um site institucional, um portal sobre violência contra a mulher e o blog Mulheres de Olho, referência para jornalistas, pesquisadores/as e ativistas do movimento de mulheres.

Com a criação da Agência, em 2009, o Instituto se reposiciona na área e vem reiterar seus valores de promoção e defesa do direito à comunicação, do acesso à informação e da liberdade de opinião e de expressão, ganhando agilidade na produção de sugestões de pautas e conteúdos e, com isso, ampliando sua capacidade de dialogar com os profissionais de imprensa e de incidir no noticiário sobre os direitos das mulheres.

Ao entrar no ar, a Agência Patrícia Galvão absorve boa parte do conteúdo do portal sobre Violência contra a Mulher que o Instituto alimentou por cinco anos, e que se tornou uma referência para os profissionais da imprensa no país.

O nome do Instituto, e agora da Agência, é uma homenagem à jornalista, escritora, ativista política e cultural Patrícia Rehder Galvão, a Pagu (1910-1962), que acreditou que as mulheres deveriam ter um papel mais ativo na esfera pública.

Missão
Contribuir de forma relevante para a qualificação da cobertura jornalística sobre questões críticas para as mulheres brasileiras, produzindo notícias e conteúdos multimídia, a fim de influenciar o debate público, demandar respostas do Estado, promover mudanças na sociedade e na própria mídia.


Projetos

Campanhas sobre violência doméstica

● 2006: Onde Tem Violência, Todo Mundo Perde - Saiba mais, assista aos spots.


● 2005: Chega de Esconder - Saiba mais, assista aos spots.


● 2004: Onde Tem Violência, Todo Mundo Perde - Saiba mais, assista aos spots.


Pesquisas de opinião

2009: Mulheres e Política - Saiba mais

Realização: Ibope/Instituto Patrícia Galvão

Apoio: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

2009: Percepções sobre a Violência Doméstica contra a Mulher no Brasil - Saiba mais

Realização: Instituto Avon/Ibope

Planejamento e Supervisão: Instituto Patrícia Galvão

2008: Dois anos da Lei Maria da Penha: o que pensa a sociedade? - Saiba mais

Realização: Ibope/Themis

Planejamento e Supervisão: Instituto Patrícia Galvão

Apoio: Secretaria Especial de Política para as Mulheres

2006: Percepção e Reações da Sociedade sobre a Violência contra a Mulher - Saiba mais

Realização: Ibope/Instituto Patrícia Galvão

Apoio: Fundação Ford e Unifem

2004: Atitudes frente à Violência contra a Mulher - Saiba mais

Realização: Ibope/Instituto Patrícia Galvão

Apoio: Fundação Ford

2004: Pesquisa sobre Merchandising em Programas Femininos

Realização: Instituto Patrícia Galvão

Parceria: ComSenso

Apoio: Global Fund for Women

2003: Atitudes Frente ao Crescimento da Aids no Brasil

Realização: Ibope/Instituto Patrícia Galvão

Apoio: Unifem


Seminário Nacional A Mulher e a Mídia

Os Seminários A Mulher e a Mídia já se consolidaram como um espaço de debate qualificado que reúne diferentes segmentos: profissionais de mídia, pesquisadoras/es dos campos de gênero e diversidade, gestoras de organismos de promoção da igualdade de gênero, ativistas dos movimentos de mulheres, profissionais de comunicação do terceiro setor e estudantes de comunicação.

Partindo da visão de que a informação, o conhecimento e o debate plural são elementos vitais para a construção de propostas de políticas públicas de comunicação com as perspectivas de gênero e raça/etnia, desde 2004 a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) realiza os Seminários Nacionais A Mulher e a Mídia em parceria com o Unifem e o Instituto Patrícia Galvão.

Este espaço propiciou, ao longo dos últimos cinco anos, aportes para o amadurecimento e evolução do debate sobre o tema mulher e mídia, com a interlocução com profissionais dos principais veículos de comunicação do país.

Acesse aqui a cobertura do Seminário A Mulher e a Mídia 4 e aqui a cobertura do Seminário A Mulher e a Mídia 5. Já a cobertura do Seminário A Mulher e a Mídia está disponível aqui.


Oficinas de Mídia (media training)

A proposta das Oficinas de Mídia é sensibilizar ativistas, lideranças sociais e especialistas para que, antes de qualquer entrevista, façam a si mesmos as seguintes perguntas: O que tenho a informar? Como transmitir ao público informações e conceitos de forma simples e clara? Como comunicar para a população questões complexas e fundamentais?

Desde 2003, o Instituto Patrícia Galvão já realizou uma série de Oficinas de Mídia em todas as regiões do país, com participantes que trabalham com temas complexos e que geram polêmicas, como os direitos sexuais e reprodutivos, o racismo, a violência contra as mulheres, a homofobia, a bioética etc.

Para a maioria das/os participantes, as Oficinas possibilitam uma revisão de sua relação com a mídia e um exercício de empoderamento pessoal e coletivo para disputar espaço e significados nos meios de comunicação.

As Oficinas oferecem aportes para uma performance mais qualificada nas diferentes situações de entrevistas, debates e outros tipos de intervenção nos veículos.

E, ao mesmo tempo, promovem espaços de interação e reflexão entre as/os participantes sobre a relação com profissionais de imprensa; reforçam a necessidade de planejamento e avaliação sobre incidência na mídia com aportes para comunicação com a sociedade.

A metodologia adotada nas Oficinas de Mídia se inspira na prática feminista de educação popular, que valoriza, sobretudo, o intercâmbio e a reflexão coletiva, possibilitando o refinamento de argumentos. Cada exercício de entrevista para rádio, TV, jornais é revisto e avaliado pelo conjunto das/os participantes, instituindo-se, assim, um processo coletivo de aprendizado.

Portal Violência

O Portal Violência Contra a Mulher (www.violenciamulher.org.br), lançado em 2004, tornou-se uma referência no tema da violência de gênero no Brasil por seu caráter informativo, de conteúdo diversificado, preciso e atualizado. Foi concebido como um espaço para promover a integração de conteúdos de diversas instituições e organizações, onde profissionais da imprensa também podiam encontrar sugestões de pautas e indicações de fontes para realizar coberturas aprofundadas sobre o tema da violência contra a mulher.

Hoje, quem acessa o endereço do Portal Violência é redirecionado para o portal da Agência Patrícia Galvão, que tem a violência contra a mulher como um de seus temas-foco.

Blog Mulheres de Olho

Em 2006, nas eleições presidenciais, o blog Mulheres de Olho nas Eleições (www.mulheresdeolho.org.br) se constituiu como um espaço de contraponto, onde foram veiculadas notícias e discussões a respeito de políticas públicas e demandas das mulheres no campo do atendimento integral à saúde, com foco nos direitos reprodutivos e no direito ao aborto seguro. O blog tornou-se referência para jornalistas, pesquisadores, ativistas do movimento de mulheres e coordenação de campanha dos principais candidatos. O blog Mulheres de Olho está entre as primeiras experiências de uso deste tipo de ferramenta pelo movimento de mulheres brasileiro.

Em 2009, o blog deixou de ser atualizado e a marca Mulheres de Olho tornou-se uma das seções do portal da Agência Patrícia Galvão.


Publicação

Assassinato de Mulheres em Pernambuco

De Aureliano Biancarelli, com prefácio de Jacqueline Pitanguy e comentários de Luiz Eduardo Soares, Editora Publisher, 136 páginas, 2006.

Parceria: SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia

Apoio: Fundação Ford

Realização: Instituto Patrícia Galvão


Equipes

Conselho deliberativo

Albertina de Oliveira Costa

Fátima Pacheco Jordão

Mara Vidal

Maria Amélia de Almeida Teles

Nilza Iraci

Suplentes: Beatriz Barbosa e Fernanda Pompeu


Conselho fiscal

Marta Santana

Valéria Pandjiarjian

Vânia Casanova


Diretoria executiva

Jacira Melo – diretora

Vera Vieira - vice-diretora


Coordenação financeira e administrativa

Claudia Ferreira - coordenadora

Tânia Pesso - assistente


AGÊNCIA PATRÍCIA GALVÃO

Conselho editorial

Albertina de Oliveira Costa

Fátima Pacheco Jordão

Jacira Melo

Maria de Lourdes Rodrigues


Coordenadora editorial


Jacira Melo


Editora


Marisa Sanematsu - núcleo informações e conteúdo


Assistente

Ana Rosa Carrara

Analista de sistemas


Romano Venturini


Webdesign


Tatiane Fernandes


Jornalistas colaboradoras/es


Aline Rocha

Aureliano Biancarelli


Instituições Parceiras

O Instituto Patrícia Galvão tem como política a diversificação de fontes, de modo a garantir sua sustentabilidade.

Em 2009 e 2010, seus projetos contam com as seguintes parcerias:


Agências das Nações Unidas

UNFPA - Fundo de População das Nações Unidas

Unifem - Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher


Instituições internacionais

Fundação Ford

Global Fund for Women

IPPF - International Planned Parenthood Federation

IWHC - International Women's Health Coalition


Governo brasileiro

Ministério da Saúde

SPM - Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres


Instituições e empresas brasileiras

Ashoka Empreendedores Sociais

Ibope

Instituto Avon

MacKinsey&Company

Mary Kay

Oficina Brasileira de Clipping

TV Cultura/Cultura Data


Outros parceiros já apoiaram projetos específicos do Instituto:

CCR - Comissão de Cidadania e Reprodução

O2 Filmes

Rede Globo de Televisão